Direito Medieval e as Filosofias Medievais

A Idade Média inicia-se com a desorganização da vida política, econômica e social do Ocidente, agora transformado num mosaico de reinos bárbaros – depois seguem-se as guerras, a fome e as grandes epidemias. O cristianismo propaga-se por diversos povos, buscando unificar seu poder. A diminuição da atividade cultural transforma o homem comum em um ser dominado por crenças e superstições.

Com a queda do Império Romano, o Direito passa por uma fase de fragmentação significativa, muito voltado aos costumes locais de cada povo dominador. Mas a essência do direito romano é preservada por alguns povos, principalmente os visigodos.

Sob a influência da Igreja, as especulações se concentram em questões filosófico-teológicas, tentando conciliar a fé e a razão. E é nesse esforço que Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino trazem à luz reflexão fundamental para a história do pensamento cristão. Outros filósofos da época contribuiram para o desenvolvimento da filosofia do direito, mas a maior parte somente em um período posterior à Idade Média.

Trabalho completo

** Trabalho final da disciplina de Latim Jurídico, sob a orientação do professor Gabriel Valle em 2009. Apresentado com os colegas Adriano Luiz Germano Dias, José Alexandre da Silva e Souza Pinto, Rejane Ionacyara Oliveira e Renata Mendes.